Na verdade eu não sei se essas são as mais antigas, elas são as mais antigas que eu encontrei...
1 - Algo que nunca aconteceu desde o começo dos tempos: uma mulher nunca soltou um pum no colo do marido. (Provérbio Sumério datado de 1900 a.C.)
2 - Como entreter um faraó entediado? Coloque um navio cheio de mulheres vestidas somente com redes de pesca e diga ao faraó que pegue um peixe. (Achada em um papiro datado de 1600 a.C.)
3 - Três boiadeiros de Adab estavam com sede: um tinha um boi, outro tinha uma vaca e outro tinha uma carroça. O proprietário do boi se recusava a buscar água, pois temia que o boi fosse devorado por um leão. O proprietário da vaca se recusava a buscar água, pois temia que sua vaca se perdesse no deserto. Já o proprietário da carroça, se recusava a buscar água, pois temia que sua carga fosse roubada. Assim, todos foram e deixaram os animais. Na sua ausência, o boi copulou com a vaca, que pariu um bezerro, que comeu a carga da carroça. Problema: a quem pertence o bezerro? (Achada em um papiro datado de 1200 a.C.)
4 - A mulher, cega de um olho, estava casada há 20 anos. Quando o marido sai de casa para ficar com outra, dá a seguinte desculpa: "Vou sair de casa porque você é cega de um olho". A mulher responde: "E você só foi descobrir isso depois de 20 anos?". (Datada de 1100 a.C.)
5 - Ulisses diz ao Ciclope que seu nome é ninguém. Quando Ulisses o ataca, o Ciclope grita: Me ajudem, ninguém está me atacando!!! (Surgiu no livro "A Odisséia", de Homero, em 800 a.C.)
6 - Que animal anda sobre quatro pés de manhã, dois à tarde, e três à noite? Resposta: o homem. Quando bebê, usa as mãos e os pés para engatinhar. Quando homem, caminha sobre os dois pés. E quando envelhece, usa bengala. (Contada por Sófloces, em 429 a.C.)
7 - O homem é ainda mais ansioso para copular que um burro - a bolsa é que refreia. (Datada de 200 a.C.)
8 - O imperador Augusto estava excursionando pelo Império Romano, quando viu um homem na multidão muito parecido com ele. Intrigado, o imperador perguntou: "A sua mãe já serviu alguma vez no palácio imperial?" e o rapaz: "não, vossa alteza, mas meu pai já!" (Datada de 63 a.C.)
9 - Querendo ensinar sua mula a não comer bobagens, o treinador deixou o animal sem comida. Quando a mula morreu, o treinador diz: Que pena! Logo agora que ela aprendeu a não comer, morreu! (Datada do século V)
10 - Ao ser questionado pelo barbeiro como queria o seu corte de cabelo, o rei respondeu: "Em silêncio". (Datada do século V)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Curiosidades da História
"Sangue nos olhos"
O termo é usado para caracterizar pessoas que são destemidas, amam desafios e encaram os obstáculos cum uma gana incondicional de siperá-los. De acordo com Luiz Câmara Cascudo em Locuções Tradicionais do Brasil, um dos primeiros brasileiros notórios a ostentar o atributo foi dom Pedro I - em Portugal, dom João II. A origem da expressão também chegou ao país vinda de terras portuguesas. "Tanto valia ser gôdo e neto dos antigos conquistadores como ter os ohos abrazados", escreveu o autor João Ribeiro. A diferença é que em Portugal o termo era usado em sinal de fidalguia. No Brasil, no entanto, ele denunciava homens audaciosos e carajosos. Carolina Silva (Revista Aventuras da História)
O termo é usado para caracterizar pessoas que são destemidas, amam desafios e encaram os obstáculos cum uma gana incondicional de siperá-los. De acordo com Luiz Câmara Cascudo em Locuções Tradicionais do Brasil, um dos primeiros brasileiros notórios a ostentar o atributo foi dom Pedro I - em Portugal, dom João II. A origem da expressão também chegou ao país vinda de terras portuguesas. "Tanto valia ser gôdo e neto dos antigos conquistadores como ter os ohos abrazados", escreveu o autor João Ribeiro. A diferença é que em Portugal o termo era usado em sinal de fidalguia. No Brasil, no entanto, ele denunciava homens audaciosos e carajosos. Carolina Silva (Revista Aventuras da História)
Trabalho de Filosofia - 8º ano B
Equipe 1º
As rosas não falam
Equipe 2º O Mundo é um moinho
Equipe 3º Acontece
Equipe 4° O Sol nascerá
Equipe 5º Quem me vê sorrindo
Equipe 6º Cordas de Aço
Equipe 7º Alvorada
As rosas não falam
Equipe 2º O Mundo é um moinho
Equipe 3º Acontece
Equipe 4° O Sol nascerá
Equipe 5º Quem me vê sorrindo
Equipe 6º Cordas de Aço
Equipe 7º Alvorada
Aula de Filosofia - 8º B
Cartola
Considerado o maior sambista da história por diversos músicos, Cartola nasceu no Rio e passou a infância no bairro de Laranjeiras. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a mudar-se para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma pequena favela. Na Mangueira fez logo amizade com Carlos Cachaça e outros bambas, se iniciando no mundo da malandragem e do samba. Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu para se proteger do cimento que caía de cima. Era um chapéu-coco, mas o apelido Cartola pegou assim mesmo. Com seus amigos do morro criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira, a verde-rosa, nome e cores escolhidos por Cartola, que compôs também o primeiro samba, "Chega de Demanda". Seus sambas se popularizaram nos anos 30 em vozes ilustres como Francisco Alves, Mário Reis, Silvio Caldas e Carmen Miranda. Mas no início dos anos 40, Cartola desaparece do cenário. Pouco se sabe sobre essa época além de que brigou com os amigos da Mangueira e que ficou mal depois da morte de Deolinda, a mulher com quem vivia. Especulou-se até que houvesse morrido. Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto, trabalhando como lavador de carros. Porto tratou de promover a volta de Cartola, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. Em 1964 Cartola e a esposa Zica abriram um bar-restaurante-casa de espetáculos na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia shows de samba e boa comida, reunindo no mesmo lugar a juventude bronzeada da Zona Sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego publico e compondo seus sambas. Em 1974 gravou o primeiro de seus quatro discos solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas Não Falam", "O Mundo É um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço" e "Alegria". Ainda nos anos 70 mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Trabalho de Filosofia "Pixinginha" 8º Ano A
Equipe 1º
Carinhoso
Equipe 2º
Lamento
Equipe 3º
Rosa
Equipe 4º
Ingênuo
5º Equipe
Mundo Melhor
6º Equipe
Fala Baixinho
7º Equipe
Vou Vivendo
Trabalho de Filodosia sobre "Pinxinguinha" 8º Ano A
Pixinguinha
Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido como Pixinguinha, (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973) foi um flautista, saxofonista, compositor, e arranjador brasileiro.
Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.
Era filho do músico Alfredo da Rocha Viana, funcionário dos correios, flautista e que possuía uma grande coleção de partituras de choros antigos. Pixinguinha aprendeu música em casa, fazendo parte de uma família com vários irmãos músicos, entre eles o China (Otávio Viana). Foi ele quem obteve o primeiro emprego para o garoto, que começou a atuar em 1912 em cabarés da Lapa e depois substituiu o flautista titular na orquestra da sala de projeção do Cine Rio Branco. Nos anos seguintes continuou atuando em salas de cinema, ranchos carnavalescos, casas noturnas e no teatro de revista.
Pixinguinha integrou o famoso grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco. A partir deste grupo, foi formado o conjunto Oito batutas, muito ativo a partir de 1919. Na década de 1930 foi contratado como arranjador pela gravadora RCA Victor, criando arranjos celebrizados na voz de cantores como Francisco Alves ou Mário Reis. No fim da década foi substituído na função por Radamés Gnattali. Na década de 1940 passou a integrar o regional de Benedito Lacerda, passando a tocar o saxofone tenor. Algumas de suas principais obras foram registradas em parceria com o líder do conjunto, mas hoje se sabe que Benedito Lacerda não era o compositor, mas pagava pelas parcerias.
Quando compôs "Carinhoso", entre 1916 e 1917 e "Lamentos" em 1928, que são considerados alguns dos choros mais famosos, Pixinguinha foi criticado e essas composições foram consideradas como tendo uma inaceitável influência do jazz, enquanto hoje em dia podem ser vistas como avançadas demais para a época. Além disso, "Carinhoso" na época não foi considerado choro, e sim uma polca. Outras composições, entre centenas, são "Rosa", "Vou vivendo", "Lamentos", "1 x 0", "Naquele tempo" e "Sofres porque Queres".
No dia 23 de abril comemora-se o Dia Nacional do Choro, trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha. A data foi criada oficialmente em 4 de setembro de 2000, quando foi sancionada lei originada por iniciativa do bandolinista Hamilton de Holanda e seus alunos da Escola de Choro Raphael Rabello.
Pixinguinha faleceu na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, quando seria padrinho de um batizado. Foi enterrado no Cemitério de Inhaúma.
Trabalho de Filosofia sobre o silêncio
Maria Isabel Sousa Gomes de Sá
O Silêncio
O Silêncio é emoção
Coisa que vem do coração
É o barulho que se cala
E deixa vir da ilusão
È a emotivação do barulho do silêncio
O silêncio está presente
No barulho do pulsar do coração
da semente germinar no chão
do diamante vir do carvão
vamos ouvir o silêncio da razão
uma coisa inexplicável o barulho do silêncio
e qual é sua Razão.
Assinar:
Postagens (Atom)

